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25 de março de 2010

Vida após Sala de Aula

Existem muitos sites e blogs que falam sobre vida após a morte.


Mas e sites e blogs sobre vida após sala de aula? Este ainda é um assunto delicado, porém, cada vez mais, os alunos têm tido a preocupação de encontrar professores fora da escola. Já não basta ter que vê-los todos os dias, ainda ter que encontrá-los passeando com a família! Aí é demais!
Como todos sabem, pode ser uma experiência muito traumatizante encontrar um professor na praia, por exemplo. Ver um professor de sunga ou uma professora de biquíni pode ser uma daquelas experiência que te levarão a um psicólogo. Uma recuperação total? Improvável.
Professores com vida pós sala de aula é terrível!


Ouvi uma vez - e se você tiver estômago fraco, não leia! - um relato de uma aluna que estava passeando calmamente, sem preocupações pela rua, quando viu seu professor andando de bicicleta...SEM CAMISA!!!!
Quero dizer, pode-se esperar que ela viva normalmente depois disso?
Os alunos andam assustados, e não é pra menos.
Antigamente os professores não eram amigos, mas também não os víamos por aí fazendo...coisas...normais. É um absurdo!
Pensei, então, em uma solução. Se todos nos juntarmos e fizermos uma abaixo-assinado pra NASA, podemos pedir pra eles construírem robôs-professores. Seria perfeito! Com toda a tecnologia deles, conseguiriam criar réplicas quase perfeitas de professores, e o melhor: sem vida após sala de aulas.
Vamos, venham comigo nessa luta para o bem da nossa sanidade mental!!!! \o/

P.S.: As informações sobre o abaixo-assinado eu passarei por email para os interessados. ;)

Agora, um assunto sério de verdade: Nestlé.
A Nestlé produz os chocolate Kit Kat com óleo de dendê vindos da Indonésia.


Até aí, tudo bem. Mas o problema é que as empresas de quem eles compram o óleo destroem as florestas tropicais da Indonésia, onde vivem os Orangotangos. Além disso, também eliminam gases que causam o efeito estufa, que, como todos sabemos, é uma das causas do aquecimento global.
O Greenpeace está tentando criar juízo no pessoal da Nestlé, e todos nós podemos ajudá-los nisso. Basta entrar nesse link (http://greenpeace.org.br/kitkat/) e participar, pedindo pra Nestlé parar de comprar produtos da Sinar Mas.
Faça a sua parte, já fiz a minha! ;P

Uma propaganda legal do Greenpeace contra a Nestlé:

13 de março de 2010

Memória...

11 de Setembro de 2001.
Um avião se chocou contra uma das torres gêmeas em Nova Iorque.
Uma fatalidade, um desastre. Qual seria a probabilidade?
Algum tempo depois outro avião de chocou contra a outra torre gêmea.
O mundo parou.
Um ataque terrorista no que antes era uma manhã comum em Nova Iorque.
Logo depois um terceiro avião se chocou no Pentágono.
E um quarto caiu em campo aberto.
Quantas mães e pais perderam seus filhos? Quantos filhos perderam seus pais? Quantas família ficaram incompletas depois disso?
Terroristas suicidas da Al-Qaeda morrendo em nome de Alá.
Até aí, tudo bem. Quer morrer em nome de Alá? Ótimo, morra.
Mas matar milhares de pessoas com você? MILHARES!
Pra ser mais extata, foram 265 nos aviões, 2752, incluindo 242 bombeiros, no World Trade Center e 125 no pentágono. Faça as contas e verá que isso contabiliza 3234 pessoas no total.
3234 pessoas mortas por causa de uma rivalidade ridícula.
Ó, não, não estou dizendo que os Estados Unidos é que estão certos. Sei que ele matam muita gente no Afeganistão. Mas algo como isso? E ainda conseguir voluntários-suicidas?
Bom, vamos admitir que foi brilhante da parte do Osama Bin Laden, um plano desses, conseguir enganar logo os EUA...
Mas o fato é: É ou não uma das maiores tragédias da história? Digo, de causas não-naturais.
Só de pensar que as pessoas olhavam nas janelas e pensavam - Meu Deus! Meu irmão/pai/tio/primo/mãe/filho(a) está ali...

Assisti um filme - que não vou dizer qual foi - que fala um pouco sobre isso.
Ok, não fala exatamente, mas mostra.
Ok, não mostra exatamente, mata o cara nesse atentado.
Mas enfim...fazia tempo que não pensava nisso, e relembrar me deu no que pensar.
Esse não foi o caso, mas tem tantas tragédias acontecendo naturalmente. Será que não devíamos fazer alguma coisa??
Eu, pelo menos, pretendo entrar no Green Peace em breve. Se não nesse, no mês que vem. E mesmo que eu vá ajudar pouco, pelo menos algo eu sei que estarei fazendo. Você tem que doar uma certa quantia por mês, mas não é nada mostruoso não, uns 15 reais já dá. ;)
Vamos lá! Faça sua parte! \o/

(Sei, mudei de assunto totalmente, mas enfim...)

Câmbio, desligo. =X

12 de fevereiro de 2010

Julgamentos

Se tem uma coisa que eu aprendi nesses últimos tempos é que a gente não deve julgar uma pessoa sem antes conhecê-la.
Aprendi isso não apenas por que eu mesma já fiz muito isso (infelizmente), mas por que muita gente já o fez comigo. Não sei exatamente o que pensam de mim, mas lendo algumas comunidades e coisas assim, percebi que muita gente se julga melhor que os outros simplesmente porque leem Shakespeare ou Machado de Assis, enquanto outras (incluindo eu) preferem Meg Cabot e outros livros adolescentes.
Isso quer dizer que sou menos inteligente que elas? Por que eu acho que não. Apenas aprecio outro tipo de literatura.
Mas voltando ao assunto, acho que a gente não pode julgar alguém pela religião, time de futebol, raça, cabelo, revista ou livros...E muito menos temos o direito de nos acharmos superiores pelo fato de lermos algo que, sim, é mais difícil e considerado culto, mas que não mostra personalidade de seu ninguém.

Termino assim, pedindo mais justiça e que julguemos menos, o post de hoje. u.u

Câmbio, desligo.

27 de janeiro de 2010

Jenny Caroll

Sabe aquela velha pergunta: Se você pudesse escolher, quem você gostaria de ser?
Normalmente eu respondo "Eu seria eu mesma".
Por que eu realmente acho que a gente tem que gostar da gente, temos que nos amar, ou quem fará isso por nós? Ok, nossas mães e pais, eu sei. Mas fora eles? Ninguém! A gente tem que se colocar em primeiro lugar (mas sem esquecer dos outros, obviamente) e amar-nos sempre.

Mas se eu tivesse mesmo que responder a essa pergunta escolhendo alguém que não eu, eu diria "Eu adoraria ser Meggin Patricia Cabot, ou, como é mais conhecida, Meg Cabot".

E o porquê é simples.
Por que ela é simplesmente a MELHOR ESCRITORA DE TODOS OS TEMPOS.
Por que ela, com seus livros, me faz viajar sem sair do lugar.
Por que as personagens dela são tão incríveis e cheias de personalidade.
Por que mesmo que algumas das personagens dela sejam diferentes (você sabe, a Mia é princesa, a Suze vê fantasmas, a Jess acha crianças perdidas...essas coisas) elas ainda são normais. Elas têm problemas normais de adolescentes normais. E isso me faz sentir normal. Ou algo próximo disso.
Por que ela tem um ingrediente importantíssimo para que um livro possa ser um ÓTIMO LIVRO - Bom humor. Quero dizer, o que é um livro sem bom humor? Nem que seja um pouquinho assim, ó? Não é nada. E cada livro dela tem MUITO humor. E humor mesmo, humor de rir feito uma louca no meio da escariz. Esse tipo de humor.

Além disso tudo, ela ainda é uma lição de persevarança. Sim. Ela teve a idéia de uma série sobre uma garota que vê e fala com fantasmas, que teria, inicialmente, 8 livros, mas que não vendeu bem e acabou tendo só 4.
Então ela escreveu o ainda-não-best-seller O diário da princesa, que foi rejeitado por várias editoras até que uma finalmente gostou da idéia e publicou. Sorte da editora. O livro virou best-seller no mundo inteiro e virou uma série de 10 livros! Foram até feitos 2 filmes sobre os livros.
Depois de conseguir publicar esse, ela pediu pra continuar o A mediadora. Eles não só aceitaram, como também republicaram os 4 primeiros. Pena que ela escreveu só mais 2 livros, ao invés de mais 4, como foi primeiramente planejado.

E é por essas e outras que eu AMO MEG CABOT DE PAIXÃO e espero um dia ser como ela. Ser uma grande escritora, com vários best-sellers e uma multidão de fãs!

E ESCREVAM O QUE EU DIGO, um dia ainda a conhecerei pessoalmente. Meg, me espere, pois o dia em que eu te conhcerei está próximo!!!!

Aqui eu me despido por hoje.

Câmbio, desligo.

18 de janeiro de 2010

Ah...

Ah...um blog novo, em um ano novo, numa vida nova...
Parece certo. Na verdade, parece mais que certo, parece perfeito!
E como uma adolescente normal (ou quase isso) que acaba de passar no vestibular (eu sei, eu sei, muito obrigada) para nada menos que Jornalismo (fogos de artifício no céu, please), acho que tenho todo o direito de começar meu novo e belo e incrível blog: E se...

E se vocês me perguntarem sobre o quê, exatamente, falará o blog, não saberei dizer. Isso por que eu ainda não decidi. Será um mix, uma coisa mais do tipo o-que-me-der-na-telha-escrever.
O que eu acho bem legal. Escrever o que der na telha, quero dizer. Porque senão tornar-se-ia muito monótono, certo?? Além disso, tendo vários assuntos aqui e não apenas um, o público que lerá o meu blog torna-se-á mais abrangente. UHU! \o/
E outra!, para alguém que pretende ser jornalista, futuramente, como euzinha aqui, esta é uma ótima forma de começar.

Então, aqui vou eu, escrever um blog.

Mas, como estou meio ocupada no momento, vou voltar ao que eu deveria estar fazendo e deixar de fazer o que eu deveria estar fazendo em outro momento que não neste, um momento em que eu não tenha que fazer o que eu deveria estar fazendo agora.

Câmbio, desligo.